sexta-feira, 31 de julho de 2009

Abecedário de Aves Brasileiras

Repasso aqui esta postagem do meu outro blog: o Blog do Ser Vivo, pois apesar do assunto fugir do tema deste blog, trata-se de uma obra que teve a minha participação:

Gostaria de indicar o livro “Abecedário de Aves Brasileiras” do Ilustrador Geraldo Valério e cujos textos são de minha autoria.

Esta obra da Editora Martins Fontes tem acabamento impecável, com lindas ilustrações feitas através da técnica de colagem sobre papel, retratando aves de A a Z, como Arara azul, Tucano, Sabiá, Urubu e etc.

Destinada ao público infantil, os textos são curtos, transmitindo informações sobre o comportamento, distribuição geográfica e características peculiares das espécies.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Fotógrafa "ensina" ratos a posarem com instrumentos musicais

Ellen van Deelen

Da BBC Brasil

Uma fotógrafa holandesa diz ter ensinado dois ratos a posarem para ela segurando minúsculos instrumentos musicais. Ellen van Deelen, de 51 anos, conta que utilizou comida como compensação para adestrar os animais. Em suas fotos, os ratos Moppy e Witje parecem realmente tocar instrumentos como banjo, flauta, violão e saxofone, entre outros.
"Eu odiava ratos. Mas depois que adquiri esses dois, me dei conta de que são animais limpos e muito inteligentes", afirma. "Tão inteligentes que reconhecem seus próprios nomes e entendem o que eu digo."
O trabalho de Van Deelen também inclui fotos de insetos, gatos, aves e plantas. "Como sou cristã, espero que minhas fotos mostrem um pouco da linda criação de Deus", diz.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Pondo as aranhas pra brigar

Não é nada disso. Não vou falar de nada relacionado com a música do Raul Seixas.

A história é que, em uma comunidade no Japão, eles põem literalmente as aranhas pra brigar. Com juiz e tudo. É um campeonato, onde cada um leva a sua aranha, todas da mesma espécie, e promovem o encontro para o duelo. Quando uma aranha subjuga a outra, o juiz interfere antes que a perdedora seja morta. Aqueles que perdem choram muito e os que ganham recebem troféu, tiram fotos e viram celebridades.

No final do verão, todos soltam suas aranhas na natureza para que elas possam procriar e dar origem a uma nova geração de lutadoras campeãs.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Vivo ou Morto

Formigas enviam mensagens químicas

Formigas adultas produzem dois compostos químicos que funcionam, literalmente, como sinais de vida ou de morte para suas companheiras da colônia

por John Matson

Foto cortesia de Dong-Hwan Choe

Sabe-se que as formigas têm perfeita consciência de obrigações e afazeres, sendo um deles, por exemplo, o transporte de companheiras mortas para fora da colônia antes que seus restos mortais infectem o local com seus patógenos. Mas como as formigas responsáveis por essa tarefa conseguem diferenciar entre formigas mortas e vivas?
Alguns pesquisadores acreditam que as formigas são capazes de detectar a quebra de ligações químicas de substâncias encontradas nos corpos em decomposição. Mas um novo estudo, publicado em 4 de maio na edição online da Proceedings of the National Academy of Sciences USA, mostra que o mecanismo é exatamente o oposto: enquanto estão vivas, as formigas produzem substâncias químicas que indicam seus sinais vitais e, ao morrerem, essas substâncias desaparecem rapidamente. Em outras palavras, as formigas mortas são identificadas pela ausência de sinais de vida ─ uma espécie de pulsação química não mais sentida ─ e não pela presença de sinais de morte.
Entomologistas da University of California, em Riverside, descobriram que formigas argentinas ─ coletadas de um bosque de árvores cítricas no campus da universidade ─ foram capazes de detectar companheiras mortas antes mesmo que a decomposição se instalasse.
As duas substâncias químicas produzidas pelas formigas, dolichodial e iridomyrmecin, controlam a necroforésia ─ a retirada dos corpos mortos da colônia pelas operárias. Esse comportamento é comum em muitas espécies de formigas e outros insetos sociais, e ajuda a manter a colônia com boas condições de higiene. A teoria dominante sobre necroforésia é de que formigas respondem a ácidos graxos e outras pistas químicas exaladas por organismos em decomposição.
Os pesquisadores extraíram essas substâncias de formigas vivas e pintaram pupas (que não produzem os compostos químicos). As formigas operárias as ignoraram e as trataram como adultos vivos.
O dolichodial e o iridomyrmecin se dissipam rapidamente após a morte, caindo para menos da metade em apenas dez minutos. Essas duas substâncias químicas parecem servir como sinalizadores que reprimem o comportamento de necroforésia nas operárias que cruzam com companheiras vivas.

Matéria da


Link: http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/formigas_enviam_mensagens_quimicas.html

Scientific American Brasil

O Blog das Pragas agora recebe constantemente sugestões de pauta da Scientific American Brasil, do grupo Duetto Editorial.

São textos relacionados ao conteudo do site que serão transcritos ou servirão de base para novas postagens.

Aguardem.